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16 Fevereiro 2011 Fonte: C&W/Casa Sapo
A actividade de investimento imobiliário em Portugal somou €730 milhões em 2010, um valor que ultrapassa as previsões iniciais da consultora Cushman & Wakefield (C&W). Os números são animadores dada a conjuntura actual, reflectindo uma dinâmica superior à registada em 2008 e 2009, anos de má memória para o mercado.
Read more16 Fevereiro 2011 Fonte: Casa Sapo
Promover a recuperação urbana, cultural e socioeconómica da baixa portuense, é o objectivo geral do projecto “Low Cost Housing”, lançado pela equipa do Plano B.
16 de fevereiro de 2011 Fonte: Redação www.infoimoveis.com.br
Com volume de concessão de crédito recorde, que superou R$ 194 bilhões, a Caixa Econômica Federal alcançou lucro líquido de R$ 3,8 bilhões, em 2010, o que representa crescimento de 25,5% em relação ao ano anterior.
O patrimônio líquido de R$ 15,4 bilhões teve evolução de 17,4%, quando comparado ao ano anterior, e o retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 26,3%. Os valores dos repasses com tributos e encargos sociais à União, estados e municípios, juntamente com juros sobre capital próprio, somaram R$ 4,3 bilhões no ano.
O Patrimônio de Referência atingiu R$ 32,6 bilhões, com evolução de 24,1%, o que permite ao Banco manter sua expansão da oferta de crédito. O índice de Basiléia terminou o ano em 15,4%, superior ao mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil.
Com saldo de R$ 175,8 bilhões, as operações de crédito foram a principal alavanca para o crescimento de 17,4% do ativo da Instituição, que atingiu R$ 400,6 bilhões em dezembro de 2010. Com isso, a CAIXA continua na 4ª posição entre os maiores bancos do país. Além do ativo próprio, a CAIXA ainda administra R$ 260,3 bilhões em FGTS e R$ 123,5 bilhões em fundos de investimento.
Em habitação, a CAIXA continua batendo recordes, com contratações de R$ 77,8 bilhões em crédito, incluindo arrendamentos e repasses, superando em 57,2% o número de 2009. No Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), a CAIXA superou o desafio de financiar um milhão de moradias, reafirmando o seu potencial como agente de transformação para a sociedade.
A CAIXA superou o número de 40 milhões de contas de poupança e acolhe mais de R$ 129 bilhões em depósitos. A captação líquida, no ano, foi de R$ 13,2 bilhões, mantendo-se líder no segmento, com participação de 34,2% do mercado.
Para a presidenta da CAIXA, Maria Fernanda Ramos Coelho, “os resultados apresentados pela CAIXA em 2010 ressaltam o papel essencial da empresa como banco público socialmente responsável, apoiando decisivamente as ações do Governo Federal voltadas às políticas públicas e ao crescimento econômico do país”.
Captações
Os depósitos apresentaram saldo de R$ 215,2 bilhões, com evolução de 19,1% em relação a 2009. Os depósitos à vista aumentaram 17,4%, com saldo de R$ 19,6 bilhões e cerca de 16 milhões de contas correntes, entre pessoas físicas e jurídicas. Os depósitos a prazo encerraram o ano com saldo de R$ 54,2 bilhões e a poupança, que fechou 2010 com R$ 129,4 bilhões em carteira, cresceu 19,1%.
Outra fonte de recursos importante para a empresa, as Letras Imobiliárias atingiram R$ 9,6 bilhões no ano. Em julho de 2010, a CAIXA iniciou a emissão privada de Letras Financeiras, que são títulos de crédito de emissão das instituições financeiras com foco na captação de longo prazo. O saldo, ao final do ano, foi de R$ 1,7 bilhão nesse tipo de captação.
O patrimônio líquido total dos fundos de investimentos administrados pela CAIXA, incluindo os fundos de rede, exclusivos, carteiras, FI FGTS, FI FAR, FI FDS e FI de FIC, apresentou aumento de 10,9%, passando de R$ 261,8 bilhões, em 2009, para R$ 290,2 bilhões, em 2010. A participação da CAIXA no mercado de fundos de investimentos passou de 7,21% para 7,41%.
Crédito
O saldo total de R$ 175,8 bilhões das operações de crédito representa um crescimento de 41,3% em doze meses, enquanto as provisões para crédito de liquidação duvidosa totalizaram R$ 11,1 bilhões, aumento de 25,9% frente ao exercício anterior.
A carteira comercial alcançou R$ 55,4 bilhões, um aumento de 23,4% em comparação a 2009. O segmento de Pessoas Jurídicas obteve saldo de R$ 28,5 bilhões e o de Pessoas Físicas, R$ 26,9 bilhões, crescimentos de 21,2% e 25,7%, respectivamente, em relação ao ano anterior.
A inadimplência total (atrasos superiores a 90 dias) do crédito na CAIXA, durante 2010, manteve-se controlada e estável, em 2,0%, e abaixo do percentual de 2009, que foi de 2,2%.
Habitação – R$ 77,8 bilhões é o novo recorde
A Caixa realizou, em 2010, o maior investimento habitacional de sua história, com o montante de R$ 77,8 bilhões, o que corresponde a 70% de todo o crédito imobiliário do mercado e a um crescimento de 57,2% superior ao contabilizado em 2009. O resultado de 2010 é ainda 1.435% maior do que o montante registrado em 2003, de R$ 5 bilhões.
Do valor total de financiamentos, R$ 27,7 bilhões foram realizados com recursos da poupança (SBPE), responsáveis por 203.931 unidades habitacionais, e R$ 31 bilhões com linhas que utilizam o FGTS, que totalizaram 389.675 moradias. Além disso, foram destinados R$ 6,3 bilhões para subsídios e R$ 10,7 bilhões para arrendamentos residenciais. O restante do valor foi direcionado para consórcio imobiliário, Pró-Moradia e repasse.
A carteira habitacional superou uma marca histórica, com R$ 108,3 bilhões de saldo, uma evolução de 53,6% em relação aos R$ 70,5 bilhões registrados em dezembro de 2009.
Read more16 de fevereiro de 2011 Fonte: Redação www.infoimoveis.com.br
A construção civil espera crescer 6% este ano, "mais que a indústria como um todo e acima do índice esperado para o Produto Interno Bruto [PIB]", segundo informou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), Paulo Safady.
Read more23/05/2011 @E. Sanz Cotizalia.com
España cuenta con más de un millón de viviendas en stock. Una cifra que varía al alza o a la baja según cuál sea la fuente de información. La demanda se ha retraído y promotores, constructores, agencias inmobiliarias, entidades financieras y particulares apenas consiguen cerrar operaciones de compraventa. ¿Por qué?
1.- No hay ahorros. Con el grifo del crédito cerrado a cal y canto, los españoles no tienen ahorros suficientes para afrontar la compra de una vivienda. "El cliente no tiene el concepto de ahorro porque hasta el estallido de la burbuja el mensaje de las entidades financieras era el de disfrute ahora y pague después", reconocen a Cotizalia.com desde Básico Homes, empresa especializada en la venta de pisos de bancos y cajas.
En el mejor de los casos, el cliente puede dar con un inmueble propiedad de una entidad financiera y conseguir mejores condiciones de financiación que si aquél no formara parte de sus balances. De hecho, tanto los bancos como las cajas de ahorro llevan meses concediendo préstamos al 100% y a 40 años -en condiciones muy similares a las que se concedían antes del pinchazo de la burbuja inmobiliaria- cuando se trata de inmuebles de su propiedad. Sin embargo, incluso en este caso, los ahorros son imprescindibles.
Los expertos señalan que sería necesario tener ahorrado como mínimo en torno al 10% del importe del inmueble. Este porcentaje incluye los gastos derivados de la propia operación de compraventa -gastos del notario, del registro, de la gestoría, impuestos- así como gastos de la constitución de la hipoteca, muy similares a los anteriormente descritos. Sin olvidar los impuestos: el 8% del IVA en caso de nueva construcción y el de Transmisiones Patrimoniales si la vivienda es de segunda mano.
La situación se complica a la hora de hacer número cuando la vivienda no está en los balances de las entidades. En estos casos, han dejado de prestar más allá del 80%, de tal manera que el potencial comprador debería tener unos ahorros muy superiores: entre el 25% y el 30%, calculan los expertos consultados. Sin contar otros gastos como la compra de muebles, gastos de luz, agua, comunidad de vecinos...
Por poner un ejemplo, para un piso de 180.000 euros propiedad de un banco el cliente debería tener ahorrados al menos 18.000 euros, mientras que en caso contrario, la cifra se ampliaría hasta el entorno de los 45.000 euros.
2.- Los precios no han tocado suelo. Aunque fuentes oficiales aseguran desde hace meses que los precios de los pisos no pueden caer más, diferentes estudios y organismos oficiales apuntan a que estos todavía siguen inflados. Un 50% según al ex ministra de Vivienda María Antonia Trujillo, un 40% según The Economist o porcentajes algo inferiores, entre el 20% y el 10% según RR de Acuña y Asociados, la Comisión Europa o Fitch.
El hecho de que muchos potenciales compradores de vivienda piensen que los precios van a seguir bajando está retrasando su decisión de compra.
3.- El miedo. Las cifras de compraventa de viviendas en el mes de marzo –correspondientes a operaciones que se cerraron a principios de año- muestran una caída brutal de las operaciones. Algunos expertos achacan el descenso al fin de la desgravación fiscal por la compra de vivienda ya que aseguran que se adelantó la decisión de compra a los meses finales del ejercicio pasado. Sin embargo, quienes están más cerca del cliente, los vendedores de viviendas, aseguran que detrás de este fuerte retraimiento en las ventas se encuentra el miedo de los potenciales compradores a quedarse sin empleo. Con una tasa de paro superior al 20% y cerca de 5 millones de parados se ha generado una gran inestabilidad laboral lo que está echando para atrás y retrasando muchas decisiones de compra hasta que el panorama económico mejore.
"La caída de las ventas en los primeros meses del año ha sido brutal", comenta una agencia inmobiliaria a Cotizalia.com. Es cierto que el año pasado, quienes tenían en mente comprar una vivienda adelantaron esta decisión ante la subida del IVA antes del verano, o ante la desaparición de la desgravación por compra de vivienda. Sin embargo, lo que realmente está pesando sobre las ventas es la incertidumbre brutal de la gente por su situación laboral".
4.- Falta de oferta apropiada. Hoy en día hay en España una gran oferta de inmuebles -1,5 millones de viviendas nuevas en stock-. Sin embargo, oferta y demanda no siempre se encuentran y cuando lo hacen, los inmuebles no se ajustan a las necesidades de los futuros compradores o siguen siendo demasiado caros.
En el centro de Madrid, por ejemplo, se están agotando las viviendas nuevas, lo que está frenando la caída e incluso presionando los precios al alza en algunas zonas. Algo parecido sucede con la tipología de los inmuebles. También en Madrid, en pleno boom inmobiliario se disparó la construcción de viviendas relativamente pequeñas (1,2 dormitorios). “Como los precios eran tan altos, se construyeron pisos más pequeños para que la gente pudiera comprárselos”, comenta a Cotizalia.com uno de los comerciales de Básico Homes. “Apenas encuentras pisos nuevos de tres o cuatro dormitorios. No se construyen y los que quedan, al ser escasos, no han bajado tanto de precio y siguen siendo caros”.
5.- Los bancos siguen sin prestar dinero. El grifo hipotecario sigue cerrado en España a pesar de que, como se comenta en el primer punto, las entidades se muestran mucho más activas a la hora de conceder hipotecas cuando se trata de inmuebles de su propiedad. Los últimos datos de la Asociación Hipotecaria Española (AHE) reflejan una caída del crédito hipotecario del 3,06 % en marzo respecto al mismo periodo de 2010. Se trata del noveno mes consecutivo de descensos.
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ELMUNDO.es | Madrid
Actualizado viernes 29/04/2011 13:19 horas
Portal inmobiliario: Los 2 portales Globaliza-Suvivienda y Rentages han cerrado un acuerdo de colaboración y apoyo mutuo a sus respectivos productos y servicios. Gracias a esta nueva unión, ya se puede solicitar información desde la página principal de Globaliza de los productos de 'Alquiler Garantizado' de Rentages.es a un solo 'clic' de ratón en el enlace 'Alquila sin riesgos' y facilitando los datos de contacto.
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Europa Press | Madrid
Actualizado martes 03/05/2011 09:41 horas
Los británicos y los alemanes que poseen una segunda residencia en España redujeron un 17% y un 11%, respectivamente, sus visitas a nuestras costas el año pasado, según se desprende del informe 'Balance del turismo 2010', elaborado por el Instituto de Estudios Turísticos (IET) dependiente del Ministerio de Industria, Turismo y Comercio.
Los extranjeros que poseen una vivienda de vacaciones en España proceden de Reino Unido, Alemania y Países Nórdicos, fundamentalmente, mercados emisores de turistas que disminuyeron "notablemente" su afluencia de visitantes con casa propia en 2010, frente a la caída registrada entre los que se alojaron en hoteles.Así, el número de británicos alojados en vivienda propia cayó un 17%, frente al descenso del 0,6% de los que pernoctaron en hoteles, mientras los alemanes que se alojaron en sus segundas residencias disminuyeron un 11%, frente al descenso del 0,8% en hoteles.
En cuanto a los turistas nórdicos con vivienda que visitaron España se redujeron un 4,4%, frente al incremento del 3% de las pernoctaciones en hoteles.
Analizando el gasto realizado por los turistas procedentes de Reino Unido que visitaron España en 2010, un 10% correspondería a aquellos que se alojaron en sus segundas residencias, con un gasto medio de 55 euros diarios frente a los 111 euros al día que gastaron los que se alojaron en hoteles. Por contra, los alemanes que se alojaron en sus propias viviendas gastaron un promedio de 58 euros, el 9% del gasto total.
Por su parte, los viajes de los españoles a vivienda propia cayeron un 10% en 2010, frente al descenso del 3% de los viajes de los que pernoctaron en alojamientos hoteleros.No obstante, hay que recordar que el alojamiento en segunda residencia se encuentra muy vinculado a las escapadas de fin de semana de los españoles --con el 50% del total de los viajes realizados el año pasado-- y que estos sufrieron una "caída espectacular" por el delicado contexto económico.
Los españoles que pasaron sus vacaciones en vivienda propia gastaron una media de 21 euros, frente a los 85 euros al día que gastaron los alojados en hoteles, según los datos provisionales que arroja el informe.
Ante esta tendencia, el IET apunta que la pérdida de turistas en alojamientos privados para redirigirlos a los hoteles podría ser ventajosa para el sector turístico, aunque supondría la desinversión para el mercado inmobiliario.
Durante el periodo 2007-2009 el mercado de vivienda vacacional en la costa, muy activo en años anteriores, ha experimentado un descenso continuo acentuado ahora por la incertidumbre económica. En 2009, la proporción de españoles que pasaban las vacaciones en una casa propia era del 30%, frente al 8,6% de los turistas extranjeros.
Por ello, "la adquisición de una vivienda vacacional se encuentra en estos momentos lejos de ser una prioridad de compra para una familia media", subraya el estudio.A este recorte de los viajes a vivienda propia se añade el importante retroceso de los turistas que optan por alquilar durante sus vacaciones, tanto por parte de los británicos como por parte de los alemanes.
En 2010, un 13,5% menos de británicos y un 13,4% menos de alemanes optaron por alquilar una vivienda en España en sus vacaciones con respecto al año anterior. Entre los españoles, un 19,5% alquiló apartamento el año pasado.
Así las cosas el descenso de los viajes a residencia propia motivado por la inestabilidad laboral y el endeudamiento de los hogares, podría estar provocando la venta o alquiler de las viviendas en propiedad o el redireccionamiento de flujo de estos propietarios hacia los hoteles.
vacaciones 2012
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POR PISOS.COM
Las viviendas más buscadas en España.
El portal pisos.com analiza de nuevo cómo son y cuánto valen los pisos en los que los españoles quieren vivir. A nivel nacional, no hay cambios: el piso en venta más buscado entre febrero y mayo de 2011 cuesta entre 135.000 y 150.000 euros, tiene 90 m² y cuenta con 3 habitaciones. Este resultado permanece inamovible desde que se inició la serie cuatrimestral en marzo de 2009, a excepción del periodo noviembre 2009- febrero 2010, donde se incrementó en 15.000 euros la apuesta de los compradores. La petición de los inquilinos también se repite, pues el piso más buscado en alquiler continúa teniendo una renta mensual de entre 400 y 500 euros, 70
m² y 2 habitaciones.
Si se compara la demanda con la oferta, los datos del último informe mensual de precios de venta de pisos.com, muestran que el metro cuadrado en España se situó en mayo de 2011 en los 2.210 euros, mientras que la demanda sigue decantándose por los 1.583
euros por metro cuadrado. Al multiplicarlo por la superficie deseada, el piso ofertado cuesta 198.900 euros, mientras que el demandado vale 142.470 euros, lo que arroja una diferencia de 56.430 euros frente a los 66.780 de finales de 2010.
“Mes a mes se consolida la tendencia a la baja, y aunque la brecha se ha reducido algo más de 10.000 euros, todavía hay un margen alto que exige una negociación importante para cerrar la operación de compraventa”, indica Miguel Ángel Alemany, director general
de pisos.com, añadiendo que “los datos negativos de compraventa del primer trimestre certifican que la disponibilidad de crédito y el empleo siguen siendo dos condicionantes fundamentales”.
Por otro lado, los resultados del informe cuatrimestral de precios de alquiler de pisos.com (enero-abril 2011) constatan que existen fuertes contrastes entre el producto de alquiler existente en el mercado y la demanda real. Mientras que la oferta tiene una renta media de 645 euros y 94 m², los pisos en alquiler más deseados tienen una renta y una superficie inferiores. “Los futuros inquilinos anteponen el precio al espacio porque buscan el ahorro en estos momentos difíciles”, admite Alemany.
A nivel regional, muchos futuros propietarios se muestran firmes en sus requerimientos a la hora de comprar, pero no son pocas las autonomías donde se han reducido las franjas aspiracionales de precio. “Los ciudadanos tienen muy claro lo que quieren y cuánto
pueden pagar por ello, por eso, analizan la oferta online de un modo permanente y están atentos a las bajadas de precio”, revela Alemany.
En consecuencia, son únicamente dos las regiones que han incrementado su capacidad de inversión frente al anterior periodo estudiado, volviéndose a situar en márgenes similares o muy cercanos a los recogidos de junio a septiembre de 2010. El responsable de pisos.com afirma que “hay zonas donde las oportunidades ya se transformaron en operaciones de compraventa antes de que el inicio del año pusiera fin a la deducción por compra para todas las rentas. Los vendedores que pudieron forzar los ajustes,
aprovecharon la coyuntura, pero los que no tienen prisa o no pueden aceptar pérdidas, reaccionan muy lentamente. La demanda es consciente de esta realidad del mercado, pero su capacidad económica es la que manda”.
¿Qué casa quieren comprar los españoles?
Las casas más baratas, entre 75.000 y 90.000 euros, se buscan en Cáceres, Jaén, Lugo, Palencia y Toledo. En el intervalo 90.000-105.000 euros están Ávila, Ciudad Real, Córdoba, A Coruña y Orense, y a nivel autonómico, Castilla-La Mancha, siendo la
comunidad donde se buscan los pisos más económicos.
En el lado contrario, País Vasco y Madrid repiten como las comunidades donde la búsqueda parte de un mayor poder adquisitivo: más de 345.000 euros, un nivel que tiene su reflejo provincial en Guipúzcoa y Vizcaya. Cataluña se mantiene en la franja de
los 195.000-210.000 euros. El intervalo más extendido autonómicamente es el que va de los 135.000 a los 150.000 euros, registrado en 5 regiones. Provincialmente, los pisos que cuestan entre 120.000 y 135.000 son los más recurrentes, agrupando 12 provincias.
Respecto a la superficie, en el estudio anterior las viviendas de 90 m² eran las favoritas en 9 regiones, pero ahora solo lo son en 5, dejando el primer puesto a las de 80 m², que son las más deseadas en Aragón, Asturias, Baleares, Canarias, Castilla y León, Cataluña y Navarra. Sin embargo, provincialmente el inmueble de 90 m² sigue concentrando las búsquedas, pasando de 19 a 20 provincias, mientras que la elección de 80 m² pasa de 13 a 11.
La superficie mínima demandada se sitúa en 70 m², pero únicamente seduce a las regiones de Cantabria y Galicia, como en el estudio anterior. En la segmentación provincial, vuelve a aparecer la demanda de pisos de 60 m² en Girona, pero las de 70 m²
suben de 12 a 13 provincias. Las casas más grandes, de 100 m², tienen su público en Castilla-La Mancha, Madrid y Extremadura, así como en las provincias de Badajoz, Cuenca y Ourense.
Respecto al número de habitaciones, se repite el escenario del anterior cuatrimestre. Las viviendas con 3 dormitorios acaparan el interés regional, menos en Cantabria y Galicia, donde prefieren las de 2. En las provincias se sigue la misma tendencia, pero las
viviendas de 3 habitaciones pierden algo de fuerza: pasan de 37 a 34 provincias. Los inquilinos desean pagar menos
En lo que respecta al alquiler, en el pasado estudio se produjo un empate a seis regiones entre los inquilinos que buscaban una renta entre 400 y 500 euros y los que eran partidarios de pagar entre 300 y 400 euros. De febrero a mayo se rompe el empate a
favor de la mensualidad más ajustada: Andalucía, Aragón, Canarias, Castilla-La Mancha, Extremadura, Galicia y La Rioja se plantan en los 400 euros.
Este intervalo también es el más deseado a nivel provincial, que se impone de nuevo en 23 provincias. Autonómicamente, el intervalo 600-700 euros desaparece, ya que Cataluña y Madrid se pasan al tramo de entre 500 y 600 euros, donde también está Baleares. País Vasco sigue fiel a la franja 700-800, liderando en solitario las búsquedas de los pisos en alquiler más caros. Los guipuzcoanos también se quedan solos en el intervalo de los 700 a los 800 euros, mientras que alaveses, vizcaínos y barceloneses continúan en la franja de los 600-700 euros.
En cuanto a la superficie, hay un triple empate a 4 regiones. En Aragón, Canarias, Cantabria y País Vasco triunfan los de 60 m²; en Castilla y León, Cataluña, Galicia y Murcia los favoritos son los de 80 m²; y en Asturias, Comunidad Valenciana, Extremadura
y Navarra se buscan de 90 m². En el análisis provincial sí que hay una superficie que se impone al resto: los pisos de 70 m² son los más buscados en 21 provincias. Los pisos de 2 habitaciones ganan con una diferencia holgada frente al resto: Aragón, Baleares,
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ÍNDICE DE IDEALISTA.COM
El precio de la vivienda usada sube un 3,5% en Baleares durante el segundo trimestre.
Manacor e Inca son los dos municipios más económicos
PALMA DE MALLORCA, 29 Jun. (EUROPA PRESS) - -
El precio de las viviendas de segunda mano en venta en Baleares ha subido un 3,5 por ciento durante el segundo trimestre de 2011, y se ha situado en 2.291 euros/m2, según el último índice inmobiliario publicado por idealista.com, portal inmobiliario líder en España.
Los municipios Baleares han tenido un comportamiento desigual durante el segundo cuarto del año. En Ibiza, la localidad de Santa Eulalia experimenta la subida más importante de las islas (3,7%; 2.590 euros/m2), seguida de Sant Josep de Sa Talaia (2,1%; 2.461 euros/m2).
Ciutadella (Menorca) sufre la caída más importante (-7,8%; 1.936 euros/m2). En el caso de Manacor el decremento es del 7,3%, seguido por Palma, la capital autonómica, donde los precios han bajado un 4,9%.
Los dos municipios más económicos de los analizados por idealista en Baleares son Manacor, donde los propietarios piden un media de 1.310 euros/m2, e Inca (1.465 euros/m2). Calvià sigue siendo el municipio más exclusivo, con 3.193 euros/m2.
CAÍDAS GENERALIZADAS A NIVEL NACIONAL
A su vez, la vivienda usada en España baja un 1,8% durante el segundo trimestre de 2011, por lo que el precio del metro cuadrado se establece en 2.179 euros.
Se incrementa el número de mercados que bajan el precio a sus inmuebles de segunda mano, ya que el 80,8% de los municipios en los que idealista.com ha analizado la evolución trimestral bajan de precio.
Tres comunidades autónomas han terminado el ejercicio trimestral con crecimiento en el precio de sus viviendas de segunda mano, en concreto, Cantabria (2,5%), Extremadura (1,7%) y Galicia (0,5%).
En el resto de las comunidades los precios experimentan descensos, y las bajadas de las comunidades de Baleares y Castilla-La Mancha (-3,5% en ambos casos) son las más destacadas
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